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Fraude no INSS aumenta a pressão sobre Lula

O escândalo trouxe à tona a fragilidade do governo Lula.

A crise deflagrada pelas fraudes no INSS já provoca impactos diretos na cúpula do governo federal. O presidente do instituto, Alessandro Stefanutto, foi exonerado do cargo após se tornar alvo das investigações da Polícia Federal.

A pressão em Brasília se intensificou e, na última sexta-feira (2), o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, também pediu demissão. A saída foi motivada pela repercussão negativa do escândalo e pela cobrança crescente por mudanças na condução da pasta.

Em sua despedida, Lupi alegou que todas as áreas vinculadas à Previdência, assim como os órgãos de controle do governo Lula, deram total suporte às investigações em andamento. Para o lugar dele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou o ex-deputado federal Wolney Queiroz, atual secretário-executivo da Previdência.

Além da dança de cadeiras, Lula prometeu celeridade na reparação dos danos causados às vítimas do esquema. Já nesta segunda-feira (5), o novo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, anunciou que um plano de ressarcimento aos beneficiários atingidos será apresentado até a próxima semana. A expectativa é de que o governo inicie, o quanto antes, a devolução dos valores descontados indevidamente.

Por: Daniela Castelo Branco

Foto: Arquivo

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